A INFORMAÇÃO DA COR NO AMBIENTE: EFEITOS PSÍQUICOS NA PESSOA
DOI:
https://doi.org/10.18815/revbo.v4i06.117Palavras-chave:
cor, informação, ambiente, arquitetura, ontologiaResumo
No presente artigo, tem-se a intenção de indagar o quanto a cor, em relação à intencionalidade ontológica, pode contribuir com a experiência existencial do homem no seu ambiente e arquitetura, como mediadora da essência da sua identidade. Propõe-se analisar os efeitos que a cor ocupa no fenômeno do cromatismo em relação ao humano e qual informação revela no ambiente. Cada cor possui uma vibração específica em nossos sentidos, podendo atuar, de forma positiva ou não, como estimuladora da emoção, consciência e nos impulsos e desejos. A cor sofre a influência da cultura, é posta como símbolo e, por sua vez, torna-se padrão. Mas, como esses padrões refletem no humano e qual sua capacidade de interação no ambiente? Ao selecionarmos cores estamos selecionando energias, e convivemos com elas cotidianamente, seja a favor ou contra, provocando estados emocionais, além de sensoriais. Esse estudo delineou-se como pesquisa fenomenológica e tem como objetivo geral classificar-se em seu desenvolvimento como experimental, com a finalidade de identificar fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência de fenômenos. Como ideia de modelo e de plano para colher o fenômeno foi aplicado à técnica a coleta de dados e o uso de imagens com cor. Foram desenvolvidos questionários abertos e fechados para os participantes selecionados e separados em três grupos. O problema é a informação da cor no ambiente e o efeito psíquico que causa no humano. A abordagem metodológica para avaliar a qualidade dos resultados, de caráter quali-quantitativa, foi de natureza aplicada em pesquisa de campo, e para a obtenção de dados, fizemos uso de questionários como instrumento.
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